Hoje é outro feriado.
Lembro de ter comido doces na Páscoa. Repete-se ao paladar. Contudo, se antes comia chocolates em formas de ovo e de coelhos, agora o como na torta de bolachas. Sem deixar de lado o pudim. E, embora eu prefira pratos salgados, acabei comendo duas porções de doces.
Quanto ao feriado... Não estou em condições de relevar este ‘espírito religioso’. Preocupo-me mais com o meu corpo por ora.
Também não me agrado de ouvir as músicas enfadonhas entoadas em procissões.
Ontem mesmo, estava na plataforma do metrô e escutava uma pessoa a louvar seu Deus com uma voz esganiçada. Sinceramente; se eu fosse Deus, taparia os ouvidos.
Tudo bem que as pessoas possam até fazer das tripas ao coração, com boas intenções, de um tudo para louvar, agradecer a Deus. Mas, por favor! Quem não tem talento, não cante. Quem sente dores nas pernas, não se lesione ao caminhar quilômetros ou algumas poucas quadras...
Prefiro ficar em casa. Rezar a meu modo.
Sinto-me mais sincero assim.
Comi doces, ainda que a vida seja amarga. Mesmo em dias ‘santos’.
Enfim...

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